sábado, 20 de junho de 2009

O QUE EU SEREI? - Parte 1

Acho que eu não falo muito sobre a minha vida pessoal no blog.

Pois hoje o post é pessoal.

Desde criança eu já sonhei em ser várias coisas, professora, astrônoma, bióloga, socióloga...e finalmente eu decidi que queria ser jornalista e professora, não necessariamente nessa ordem, pois professora eu já fui há algum tempo, e não é uma carreira que pretendo seguir por toda a minha vida.

Um dia falei com um amigo que eu iria fazer jornalismo e ele disse o seguinte:

-E ganha bem isso?

Como assim? Por que as pessoas pensam logo no dinheiro em primeiro lugar?

Quando eu disse ao meu pai que iria fazer jornalismo, ele disse:

-Muitos jornalistas morrem.

Meu pai queria mesmo que eu estudasse química. Pelo fato de eu poder me tornar uma engenheira e conseguir um bom emprego em uma grande empresa e ganhar um bom salário. E novamente, o dinheiro entra em questão. Eu falo à ele que eu não tenho a menor vocação, eu nem ao menos estudo química na escola, essa disciplina não entra no Curso Normal, e eu SEMPRE fui uma negação em matemática, gastei muito dinheiro em aulas particulares. E ele diz que não precisa existir vocação, pois quando a pessoa se dedica ela consegue. Isso pode ser meio que uma verdade, mas de que adianta alguém fazer algo forçado, algo que não deseja somente por dinheiro? E a realização pessoal fica aonde? Eu tenho que viver a minha vida e não a dos outros.

Eu poderia passar a minha vida inteira dando aulas por um salário razoável, ou escrevendo em troca de nada, mas eu morreria muito feliz por ter feito durante toda a minha vida aquilo que eu sempre sonhei para mim.

14 colheram o dia:

Yasmin disse...

Você foi corajosa de torcar tão bruscamente de cenário, mas o bom é que a gente cresce, a decisão tem que ser de coração, independente de dinheiro, vale é o que a gente gosta.

:)
O Texto do Bk pode ser real ou ficiticio, você pode ounão esar na história.
:)

Patrícia Kobayashi disse...

Seguir uma profissão pelo salário não vale a pena, vc não se dedica o necessario para subir nela. Temos que fazer o que nos deixa feliz, o que realmente queremos. Eu sou um exemplo, minha mãe quer eu tente outro curso no vestibular, mas eu quero é Farmácia e somente farmacia =D.

Obrigada pela visita ao Palavras Cruzadas, volte sempre que puder!
bjos
boa semana

Mαrih ♪ disse...

Marina, minha xará...
Gostei da sua atitude. Também quero ser jornalista, e saiba que você pensa do mesmo jeito que eu [duas marinas concordando]: não vale a pena seguir a vida numa profissão que só dê dinheiro, mas não traga satisfação pessoal. Isso é a receita perfeita de infelicidade.
Continue sendo essa observadora maravilhosa, vivendo, aprendendo e nos passando sua visão marinística do mundo.
Beijos e quem sabe um dia nós sejamos colegas de profissão :D [/tah,parey.

Mαrih ♪ disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Menina Nina disse...

Fiz administração de empresas por dinheiro. E ela não me dá dinheiro!!! Se eu pudesse voltar no tempo, teria feito jornalismo tbm!

Lina :) disse...

A minha sorte é que a profissão que eu escolhi é a dos meus sonhos e dá dinheiro ao mesmo tempo. Mas se não desse, eu faria do mesmo jeito.
Obrigada por estar me seguindo.
Beijos.

Thiago Laurent. disse...

Bom, eu concordo em discutir as duas partes da questão, dinheiro e vocação. Pra mim é unir o útil ao agradável, pois não adianta nada você gastar dinheiro numa faculdade que não vai te dar um emprego ou não vai te dar um bom salário... O certo é escolher um curso que você goste e que te proporcione um bom emprego e claro, dinheiro.

Beijos

Max Psycho disse...

ser jornalista hoje esta mais facil, afinal não precisa nem de diploma mais, bjus gata e ótima semana

exoticlic.com disse...

vc viu que agora jornalismo não exige mais faculdade? té eu to pensando em entrar nessa

Marília disse...

Eu sempre quis fazer jornalismo, desde menina. Mas minha mãe sempre achou que eu não tinha jeito pra isso, e que ia morrer de fome.
Outra coisa importante sobre mim é que sou extremamente influenciável - ainda mais pela minha mãe.
Chegou no fim do terceiro ano, e eu fiz orientação vocacional. Descobri que podia ser psicóloga. Bem, prestei vestibular pra psicologia, e hoje sou uma estudante de psi realizada. Olho pra trás e vejo que jornalismo não era mesmo pra mim... Mas tomara que vc tenha sucesso ;)

Atreyu disse...

O que vale é ser feliz.
Todo o resto é besteira

Larissa. disse...

Aiii, o problema é que quem está de fora não entende. Isso é extremamente complicado =/
Já passei por coisa parecida^^

Mas ora, ergue a cabeça e segue em frente como que você quiser realmente fazer!
bjos
;**

Jairo Souza disse...

concerteza! o importante é fazer o q gostamos! Abçs!

be disse...

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